Se você ama agora e odeia depois. Se você ama quando quiser e odeia quando quiser.
Você ama quando tudo está bem e sem problemas e odeia quando alguma coisa dá errado no relacionamento entre você e a outra pessoa.
Se o seu amor muda dessa forma de tempos em tempos, de lugar em lugar e de situação para situação, então o que você chama de "amor" não é o amor verdadeiro mas sim desejo, cobiça ou luxúria - de nenhuma forma isso é amor.
A raiva, que é uma maneira impensada de desperdiçar a própria energia, quando ativa, se compara à água fervendo ou, quando não é expressa, ao preconceito. A raiva e os sentimentos derivados dela, impedem que o amor verdadeiro se manifeste.
O amor verdadeiro não possui um oposto ou um motivo velado.
Assim, a dicotomia amor-ódio não se aplica ao amor, que nunca irá se transformar em ódio à medida que as circunstâncias mudarem.
O verdadeiro amor é uma faculdade natural que está oculta sob o amontoado de desejo, raiva e ignorância. Ele não pode ser dado.
Nós precisamos encontrá-lo dentro de nós mesmos e cultivá-lo isento de egoísmo.
"Amar é exercício de descobrir o que o outro tem de mais lindo, mas também de mais vergonhoso. Amores perfeitos só existem nas projeções. Ou nos jardins..."
(Padre Fábio de Melo)
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Aproveite para recomeçar....
Há 13 anos

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